10 de agosto de 2025 | Categoria: Sem categoria
17 de abril de 2025 | Categoria: Sem categoria
19 de maio de 2021 | Categoria: Casa Aliança, Informativos, Sem categoria, Soja
Encerrada mais uma ótima safra de soja, diga-se de passagem, voltamos a atenção para os próximos ciclos que estão por vir. De imediato teremos as culturas de inverno, trigo, aveias, canola, entre outras para o planejamento e execução.
Porém, nos últimos anos, tem se observado um aumento gradativo no planejamento antecipado das culturas de verão. Os agricultores têm procurado agilizar a aquisição de fertilizantes, sementes e defensivos antecipadamente, a fim de fixar custos e garantir os insumos.
As sementes de soja, principalmente, têm sido muito procuradas nessa época pós safra, onde o produtor procura fazer a reserva e garantir as melhores cultivares, baseado no desempenho que as mesmas tiveram na safra anterior.
A cada ano aumenta a procura dos agricultores por sementes certificadas, onde além da própria semente, se compra um pacote tecnológico, com genes de resistência à pragas, doenças, herbicidas, além de um maior teto de produtividade a cada nova cultivar lançada no mercado.
Existe ainda, uma boa porcentagem de produtores que beneficiam suas próprias sementes em suas propriedades, para utilizar na próxima semeadura. Porém esta prática, mesmo que muito comum, é um tanto quanto arriscada, tendo em vista a grande importância que as sementes possuem nos resultados finais da lavoura.
Ao “salvar” as sementes, o agricultor acaba abrindo mão de adquirir estes benefícios que a sementes certificadas trazem consigo, como a qualidade (germinação, vigor, pureza, sanidade), novas tecnologias (genética), maiores caixas produtivas, entre outras.
Outra questão importante, é que as obtentoras (empresas que produzem as cultivares) investem grande valor financeiro para gerar novas variedades com melhoramento genético, e são incentivadas através da aquisição de sementes certificadas pelos produtores, para que assim, sigam fazendo pesquisas e trazendo inovações.
As sementes certificadas sempre passam por rigorosos testes de qualidade, sendo colocadas no mercado apenas sementes de alto padrão, diferentemente de sementes “salvas”, as quais podem comprometer o estabelecimento das lavouras e, consequentemente, a produtividade das mesmas. Assim, reiteramos que, muitas vezes, a busca por baratear os custos de produção, acabam por prejudicar os resultados financeiros da propriedade, como dito, o barato custa caro!
Produtores, procurem sempre utilizar sementes com ótima qualidade, as quais deem a garantia de que todos os insumos de alto custo que serão investidos, como fertilizantes e defensivos, consigam otimizar a produção das lavouras e automaticamente os resultados das mesmas. Uma forma de garantir isso, é utilizando sementes certificadas.
Fonte: DETEC- Casa Aliança Ltda.
7 de janeiro de 2021 | Categoria: Casa Aliança, Informativos, Sem categoria, Soja
O uso de fungicidas é amplamente difundido no cultivo da soja a fim de evitar a incidência de doenças fúngicas que possam reduzir a qualidade ou produtividade da soja. Dentre as moléculas mais utilizadas, estrobilurinas e carboxamidas vem demonstrando bons resultados no manejo de doenças em soja, servindo também, como ferramentas no manejo da resistência de doenças a fungicidas.
Conforme recomendações do Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC), para o manejo de doenças como a ferrugem-asiática da soja (Phakopsora pachyrhizi), deve-se rotacionar os mecanismos de ação, promovendo menor adaptabilidade do fungo aos fungicidas. O FRAC ainda recomenda que, para a ferrugem-asiática da soja, que as estrobilurinas devem ser aplicadas sempre combinadas com fungicidas triazóis, triazolintione e/ou carboxamidas, garantindo adequados níveis de eficácia, da mesma forma que as carboxamidas devem ser aplicadas sempre combinadas com fungicidas do grupo químico das estrobilurinas, garantindo adequados níveis de eficácia (FRAC-BR).
Mas você sabe quando ocorre o melhor desempenho das estrobilurinas e carboxamidas no controle de doenças?
Marcelo Madalosso explica que a máxima eficiência desses fungicidas está relacionada com a organela onde o fungicida atua, no caso, a mitocôndria. A mitocôndria está relacionada a respiração celular e atua no metabolismo energético. Ou seja, na mitocôndria ocorre a produção de energia para o fungo, a qual é maior durante o processo de germinação do esporo do fungo.
Sendo assim, Madalosso destaca que durante esse processo germinativo é que os fungicidas “terão efeito bom”, atuando de forma eficiente no controle do fungo. Dessa forma, fungicidas como estrobilurinas e carboxamidas devem ser utilizados de forma PREVENTIVA para a melhor eficiência de controle de doenças da soja. Da mesma forma, o FRAC-BR recomenda que todo o programa de controle da ferrugem-asiática da soja, deve ser iniciado de forma preventiva a ocorrência da doença.
Fonte: Equipe Mais Soja – Marcelo Madalosso.
30 de junho de 2020 | Categoria: Sem categoria
Com a proximidade do final da semeadura de trigo em nossa região, onde mais de 90% das áreas já estão semeadas, algumas já em início de afilhamento e outras em germinação, nossas atenções devem se voltar para mantermos o bom estabelecimento das lavouras.
Após a germinação do trigo, enquanto as lavouras passam pelas fases de estabelecimento e de afilhamento, muitos problemas podem acontecer, principalmente fitossanitários, dos quais devemos nos preparar para se preciso, remediá-los.
Nessas fases nos deparamos com problemas com ataques de pulgões, os quais podem reduzir o potencial produtivo das áreas e ainda transmitir o (VNAC – Vírus do Nanismo Amarelo da Cevada). Também devemos observar o ataque de pragas de solo como lagarta rosca e corós.
Porém, o que mais tem chamado a atenção nas últimas safras, é o aumento da incidência de Oídio (Blumeria graminis f. sp. Tritici). Obviamente, esse aumento não é coincidência e sim considerado normal devido ao maior número de cultivares que apresentam grande suscetibilidade a esse patógeno. Cultivares como Toruk, Audaz, Sonic, entre outras, não possuem resistência genética à oídio, pois dentro do melhoramento, foram inclusas características de produtividade, qualidade de grãos, entre outras, ficando expostas ao ataque desse patógeno.
O oídio é uma doença biotrófica (sobrevive apenas em plantas vivas). Inicia-se com colônias pulverulentas de cor acinzentadas ou esbranquiçadas (com aspecto de um algodão), que podem evoluir e recobrir toda a área foliar, atingindo também o colmo.
Os fatores que favorecem o desenvolvimento da doença é a não realização do tratamento de sementes com fungicidas, a cultivar não possuir resistência genética, ou seja, ser suscetível à doença, e o clima seco com temperaturas amenas (15 a 20 °C).
Sabe-se que o oídio é uma doença muito comum e facilmente encontrada nas culturas, porém o aumento da incidência em trigo vem sendo muito preocupante pelo alto potencial de dano, pois pode causar perdas acima de 60% além de reduzir qualidade de grãos.
Portanto, é muito importante nossos produtores se manterem atentos às condições climáticas e monitorar suas lavouras, para que se for necessário, intervir no momento certo, evitando maiores danos e perdas. O departamento técnico da Casa Aliança Ltda também se põe à disposição para auxiliar nesse monitoramento das lavouras.
Fonte: Detec Casa Aliança Ltda.